Saúde pra que?

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Oi! Como estão passando o dia? Estou bem e pronta pra conversarmos mais um pouco sobre saúde.
Então, esta semana falaremos sobre Leishimaniose Visceral e em especial a Leishimaniose Humana. Falaremos sobre seu conceito, contaminação e tratamentos.

A Leishmaniose Visceral (LV) é uma doença causada por um protozoário da espécie Leishmania chagasi. Ela é uma zoonose de evolução crônica, com acometimento sistêmico e, se não tratada, pode levar a óbito até 90% dos casos. É transmitida ao homem pela picada de fêmeas do inseto vetor infectado, denominado flebotomíneo e conhecido popularmente como mosquito palha, asa-dura, tatuquiras, birigui, dentre outros. No Brasil, a principal espécie responsável pela transmissão é a Lutzomyia longipalpis.

A Leishmaniose Visceral é uma doença infecciosa sistêmica. Os principais sintomas da doença são: febre de longa duração; aumento do fígado e baço; perda de peso; fraqueza; redução da força muscular e anemia.

A Leishmaniose Visceral é transmitida por meio da picada de insetos. A transmissão acontece quando fêmeas infectadas picam cães ou outros animais infectados, e depois picam o homem, transmitindo o protozoário Leishmania chagasi, causador da Leishmaniose Visceral. O diagnóstico da leishmaniose visceral pode ser realizado por meio de técnicas imunológicas e parasitológicas.

A Leishmaniose Visceral tem tratamento para os humanos, ele é gratuito e está disponível na rede de serviços do Sistema Único de Saúde (SUS). Os medicamentos utilizados atualmente para tratar a LV não eliminam por completo o parasito nas pessoas e nos cães.
No entanto, no Brasil o homem não tem importância como reservatório, ao contrário do cão – que é o principal reservatório do parasito em área urbana. Nos cães, o tratamento pode até resultar no desaparecimento dos sinais clínicos, porém eles continuam como fontes de infecção para o vetor, e, portanto um risco para saúde da população humana e canina. Neste caso, eutanásia é recomendada como uma das formas de controle da Leishmaniose Visceral, mas deve ser realizada de forma integrada às demais ações recomendadas pelo Ministério da Saúde.

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Marília Rabelo Pires – Farmacêutica Sanitarista

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