Mulheres Brilhantes

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Ela tem simplesmente 34 anos de empreendedorismo. É uma mulher forte, determinada, de uma amabilidade incrível e uma fé inabalável. Filha de um dos maiores comerciantes da região do Pajeú pernambucano o Sr. Antônio Tota do Nascimento e da Sra. Irene Bezerra do Nascimento. Formada em Biologia. É casada com Wesley (seu eterno namorado e grande companheiro na luta pelo sucesso de seu empreendimento). Mãe de Khalil, Matheus e Kaliana (suas maiores bênçãos). Queria ser Artista Plástica mas acabou fundando junto com seu marido as Casas KM Nossa Loja, um dos maiores negócios de móveis, eletrodomésticos e brinquedos do sertão de Pernambuco.

Ela é Jacitara Maria Nascimento de Almeida e me recebeu em sua casa pra um bate papo muito bacana, que todos vocês vão conhecer a partir de agora, sobre a força do empreendedorismo feminino e toda a capacidade que uma mulher pode ter de começar um negócio do zero e transformá-lo em uma empresa de sucesso. Foi uma noite de muito aprendizado e descobertas incríveis sobre toda a experiência de Jacitara desde os tempos de menina, quando ela acompanhava seu pai na Casa dos Rádios em sua cidade natal Tabira – PE, posteriormente nas Lojas Irapuam em Afogados da Ingazeira – PE até a inauguração de sua própria loja em 17 de agosto de 1991.

Jacitara, quantas mulheres existem dentro de uma empreendedora?

Existe a mãe, a amiga…eu sou muito extrovertida. Eu adoro fazer amizades, pra mim é essencial. Eu não sei viver sem amigos. Eu não sei viver sem família, eu não sei viver sem meu namorado, eu não consigo passar uma semana sem escutar a voz dos meus filhos. Eu não consigo viver sem abraçar as pessoas. Eu não consigo viver sem respirar este ar cigano que existe dentro de mim. Isto é o que me torna muito feliz. Eu sou uma pessoa de hábitos muito simples. As pessoas quando não me conhecem (talvez pelo meu tamanho exagerado), podem até achar outra coisa de mim, mas quando passam a me conhecer melhor, veem que não é nada daquilo que imaginavam. Então, pra gente ser empreendedora é preciso ter várias mulheres dentro de uma só.

E como é que você sente este “mix” todo na sua vida de empreendedora?

Não é fácil, porque muitas vezes as emoções… Pra lidar com tudo isto é preciso ter uma base familiar muito forte para tudo. Então, quando você tem família, consegue agregar todos estes valores. Porque não é todo dia que você está fortalecida. Eu mesmo sou assim…eu preciso de pessoas de confiança pra que eu possa conversar e graças a Deus eu sou uma pessoa abençoada de amigos e de família.

Como foi o início da sua empresa? As conquistas mais marcantes e as dificuldades?

Teresa, você e seus leitores vão dar boas risadas agora, porque quando nós começamos…Wesley e eu…nós não tínhamos nada…nem um lápis. Porque nós saímos de uma sociedade com papai e ele disse: “então tá…vai…”. Eu queria logo ir embora daqui, mas minha irmã Iara disse: “calma, vamos alugar um ponto”. Eu toda vida conheci muita gente, o que é importantíssimo para quem está entrando em comércio. Então, depois de muito aperreio e muita conversa resolvemos ficar em Afogados da Ingazeira. Eu não tinha nem uma caneta pra começar. Com a ajuda de minha irmã Iara alugamos um ponto do Sr. Bartolomeu em uma esquina da Avenida Manoel Borba (a rua comercial mais importante da cidade). O nosso depósito era o banheiro. Wesley ficou na loja e eu saí pelo mundo pra arrumar mercadoria, pedindo por consignação. Como eu já conhecia muita gente e eles sabiam minha índole…eu sempre dizia: “se eu vender a tua mercadoria eu te pago…porque eu estou abrindo uma loja… e eu contei muito com a ajuda de um Sr. chamado Eurico das Casas Aliança que me ajudou bastante. Eu pedia mercadoria…ia vendendo e pagando a ele. Meus irmãos foram chegando também para ajudar e depois até papai. Mas no começo a gente passava a noite montando a mercadoria no terraço da nossa casa, no outro dia fretava uma carroça de burro e levava pra loja. Wesley não dormia. Ele passava praticamente vinte e quatro horas acordado… os meninos nos ajudavam juntando os papelões e Wesley e o Sr. Pedro, que era nosso carroceiro, entregavam as mercadorias. E foi assim que a gente começou: sem nada, agora com coragem, disposição para trabalhar, credibilidade. Nenhum começo é fácil. O que eu já derrubei de lágrimas, com medo de não conseguir pagar aos meus fornecedores…porque quando você é muito honesta você tem medo de não honrar com seus compromissos. Foi muito difícil. Pra começar eu só não vendi os meninos e Wesley (risos). Vendi tudo que tinha dentro de casa para aplicar no comércio. Só ficou uma televisãozinha preto e branco em que os meninos assistiam o “Jáspion” (risos). Mas graças a Deus, aos poucos a gente foi se organizando…mas não foi fácil. Depois vieram as conquistas, fruto do nosso trabalho.

Mas eu digo a você que quer empreender…não pense que é fácil, mas não desista… tudo é possível

A primeira grande conquista aconteceu sete meses depois da inauguração da loja quando nós conseguimos comprar um ponto na Avenida Manoel Borba, que é o centro comercial de Afogados da Ingazeira. Ainda não tínhamos nada dentro da nossa casa, mas já tínhamos um ponto, ou melhor, um terreno. Nós tínhamos que fazer tudo, lavar, passar, cozinhar e trabalhar no comércio. Mas nos desfazer de bens materiais, não foi o mais difícil… o pior momento foi quando desfiz a sociedade com meu Pai… (emoção). Os principais apoios vieram dos meus irmãos.. Ilton, Jussara, especialmente Iara e logo depois…o meu Pai.

Seus projetos para o futuro?

Eu sou muito organizada e gosto de planejar minhas coisas. Com trinta anos eu comecei a pagar um plano de previdência privada, o meu e do meu “namorado” e planejei trabalhar só até os cinquenta anos. Graças a Deus tive muita sorte com a formação dos meus filhos. Meu primeiro filho: Khalil já é médico. Meu segundo filho: Matheus já é médico pela Universidade Federal e agora em dezembro de 2019 minha filha Kaliana também será formada médica pela Universidade Federal. Mas quando eu completei cinquenta anos e eu já tenho 5.3 (risos) conversei com Wesley, porque nossos filhos não queriam vir administrar o comércio…Mas pensei nos 25 funcionários que trabalham conosco. Como eles ficariam? Todos precisam trabalhar, e aí? Nós não podemos parar! A minha intenção era ficar com uma loja pequena, viajar muito…que é uma coisa que eu gosto…Mas a vida fez outro plano, diferente do que eu havia imaginado. Nós estamos com saúde e hoje Wesley fica mais na loja, enquanto eu tomo conta da parte burocrática, o que não é fácil. Porque nós não precisamos de muito para viver. E não adianta juntar recursos nesta vida se não for aliado a qualidade de vida. Mas projetos de vida eu tenho muitos, muitos mesmo. Viajei já uma parte do mundo e agora estou indo fazer o meu primeiro Intercâmbio no Canadá. Vou passar dois meses estudando Inglês. Só não vai ser melhor porque meu namorado não vai comigo (risos)… não sei se vou aguentar ficar longe dele. Então meus projetos são estes… viajar, voltar, fazer muitos cursos… ainda tenho vontade de fazer uma faculdade de Artes Plásticas, que é uma coisa que eu gosto muito. A sua idade está na sua cabeça. Então a sua capacidade, os seus limites estão em você!

Quer empreender, mas não tem experiência?

Este é o problema de muita gente. Como vai empreender se não tem experiência? O melhor é você prestar serviços de filantropia, se oferecer para ser voluntário. Muitas vezes, alguém tem um mercadinho, mas ninguém quer ajudar se não for por dinheiro. Mas conhecimento não tem valor que pague. Tem pessoas que não querem nem aprender… mas já querem saber quanto vão ganhar. Esse é o problema de muita gente… quer saber logo quanto quer ganhar…mas não diz o que tem a oferecer. Ninguém diz: “eu só quero aprender…” Quando eu era pequena ia pra Bodega do meu Tio, enrolar pão e aprender a como se lidar com as pessoas no comércio, inclusive com os “cachaceiros” (risos).

Você acredita que a legislação e os impostos devem ser o primeiro passo para abertura de uma empresa?

Muita gente entra no mundo do comercio completamente cega porque não procurou saber nem o mínimo sobre a carga tributária do nosso país. As vezes escuta falar, mas pensa que é brincadeira.

Antes de você abrir uma empresa é essencial que você escolha um bom contador

Muitas pessoas acham que os serviços contábeis são caros, mas muito mais caro irá ficar se você não fizer as coisas direito. Isto eu estou falando para aqueles que querem trabalhar legalizados. Não posso falar para àqueles que trabalham informalmente porque não é este o meu perfil. Então, a primeira coisa é isso. Entender o mínimo da legislação, saber quanto eu vou pagar de impostos. No Brasil, a cada R$ 1,00 que a gente ganha, paga R$ 2,00 ao governo. Para assinar a carteira profissional de um funcionário a gente paga 114% de impostos. Como se pode gerar empregos num país deste? Nós que somos pequenos empresários é que sustentamos este país hoje. As mulheres empreendedoras já correspondem a 46% do mercado. Imagine no futuro, quando estas mulheres tomarem consciência da nossa capacidade. Porque enquanto os homens só conseguem fazer uma coisa de cada vez, nós mulheres conseguimos fazer dez!

Conhecer o ponto comercial do seu negócio é importante?

É importante demais, porque por exemplo, você quer abrir uma Boutique, mas está em uma rua onde só tem açougues… Como é que pode? Quem vai a esta rua? Então é importante observar o local, estudar a geografia daquela região e ver aonde é melhor abrir o seu comércio.

Antes de querer expandir o negócio, o que é necessário fazer?

Pois é, muitas vezes a pessoa já está com a sua lojinha aqui…mas já está com o “olho grande” pensando em abrir aqui e ali… Muita gente já chegou nos perguntando porque a gente não abriu filiais nas cidades da região. Mas eu sempre quis a qualidade. Você tem que conhecer seu fluxo de caixa e saber se você vai dar conta. Se você começar a distribuir muito e conseguir coordenar ótimo, eu mesmo não consegui. Temos três lojas aqui em Afogados e estão muito bem, porque nós estamos aqui, a gente tem que entender que é o “olho do dono que engorda o negócio”.

Problemas surgem e aí, como resolver?

Foco! Foco no problema! Não adianta ficar procurando culpados. Até dos problemas a gente tira experiência. Muitas vezes, em uma equipe grande há muitos problemas, mas um bom administrador sabe coordenar os problemas. O administrador tem que resolver, ele tem que ter determinação e resolver os problemas.

Qual a diferença entre praticar o desapego e a ideia de negócio?

Pois é, muitas vezes a pessoa gosta muito de perfumes e quer abrir uma perfumaria, mas na cidade não tem mercado pra isso. Você tem que pensar que não é o que você gosta, mas o que o cliente vai gostar, o que o povo procura. Nem tudo que eu tenho na loja eu gosto, mas eu não trabalho para mim…eu trabalho para o povo. A gente tem que entender o que o mercado pede. Muitas pessoas dizem: “eu tenho um sonho”, mas é possível concretizar o seu sonho aqui? Por exemplo: alguém pode pensar em abrir uma loja de diamantes em Afogados da Ingazeira, mas a renda per capita das  pessoas dá pra isso? É neste sentido que temos que praticar o desapego no mundo dos negócios.

Como tirar lições até mesmo das fontes mais inesperadas?

Muitas pessoas pensam que tirar lições é ouvir grandes cientistas, mestres, sonhadores…mas as vezes chegam pessoas muito simples na loja que com uma só palavra ela te dá uma lição de vida. Todos os dias quando eu saio para o meu trabalho eu consigo voltar para casa com uma lição de vida com as palavras das pessoas que humildemente falam com você, com o coração tão puro, sem maldades ou malícias. São estas pessoas que te dão lição de vida. Não estou desmerecendo o conhecimento dos grandes filósofos, mas estas pessoas são como os melhores perfumes, estão nos menores frascos.

Duas perguntas em uma: como você trás conhecimento para dentro de sua empresa e, para quem não tem tempo ou dinheiro para cursos, o que fazer?

Eu gosto muito de palestras. Mas como seria muito difícil levar 25 pessoas para capital ou para São Paulo. Eu vou, capto as informações e repasso para nossos colaboradores nas nossas reuniões mensais.

Ser diferente do que já existe é necessário?

Sempre! O problema de muita gente é querer copiar, é não ter ideias.

No início é preciso estar preparado para fazer de tudo dentro do negócio?

Sim, de faxineira a gerente. Muita gente acha que abrir um comércio é só contratar muitos funcionários, sentar em um birô e ficar em um “cenário de novela”. Muitas vezes as pessoas sonham com aquilo ali, que isso vai acontecer na sua empresa. Quando meu marido e eu começamos nós lavávamos banheiro, fazíamos tudo. Era só nós dois. Pra quem tem muito dinheiro pra começar, tudo bem…mas eu estou falando pra quem tá iniciando sem nada, que foi o meu caso.

Enfrentar uma montanha-russa de emoções é muito difícil?

É muito difícil. As vezes chegam pessoas estressadas, mal amadas que chegam na loja querendo descarregar em cima de você. Você está lá para fazer um bom trabalho, você é uma pessoa que tem respeito pelo próximo.

Persistir, mesmo se tudo parecer desfavorável?

Em época de crise, se a gente não persistir… As vezes chega uma concorrência grande no mercado… muitos ficam amedrontados…mas você tem que acreditar, tem que persistir, tem que ter resiliência para trabalhar com aquilo ali, tem que acreditar no seu trabalho que foi construído com base, não foi construído na areia.

Não se comprometer com grandes gastos é um problema?

Grande! Porque toda empresa quando começa tem só o apurado e apurado não é lucro. O pessoal as vezes esquece que pode ter vendido muito naquele mês, ter entrado muito dinheiro…mas tem as contas pra pagar lá na frente.. Não esqueçam, um mês você pode estar TOP, mas no outro pode vir uma TOPADA.. Muita gente gasta o que não é seu. Você acredita que os rendimentos na verdade, só serão seus depois de dois anos de empreendimento.

O que fazer para unir a equipe em torno do mesmo objetivo, quais são os caminhos?

Conversação, diálogo. O diálogo é capaz de resolver tudo. Seja amigo dos seus colaboradores, não omita a verdade a eles. Quando a sua loja tiver lucros, divida com eles. Quando tiver muitos impostos a pagar, mostre a eles também. Não queira ganhar só! Nós temos 25 colaboradores e eu não sei lhe dizer de qual deles eu gosto mais, porque todos são nossos amigos.

Priorizar o cliente pelo preço ou pelo atendimento?

Os dois são importantes! Agora, o modo humanizado de tratar o cliente…eu acho que isto é fundamental! Bons serviços são caros, treinar uma equipe para estar sempre motivada é caro.

E, por último, qual é a sua mensagem para outras mulheres que desejam empreender?

De antemão Teresa, eu quero te agradecer  pelo convite, achei ótimo, adoro conversar. Eu acho que é fundamental para homens, mulheres, meninos, seja quem for… ter em primeiro lugar credibilidade, planejamento, acreditar, você ter fé e humildade. Porque se você não tiver estas cinco pirâmides, eu acho que você não vai a lugar nenhum. A arrogância fecha todas as portas e a humildade ela abre. Eu aprendi uma coisa com meu Pai, ele sempre dizia: “Jacitara, quando uma pessoa vier falar mal de você…ou ela tem inveja ou lhe deve, faça sempre as coisas bem feitas e olhe quem está do seu lado e diga na sua cabeça:não me ensine o que eu já sei e nem me diga o que eu já tenho.” A minha última mensagem é:

eu não sei o caminho para o sucesso, mas sei o caminho para o fracasso: é agradar a todos!

Porque quando você tenta agradar a todos, você não chega a lugar nenhum. Eu sempre penso: nem Jesus Cristo conseguiu agradar a todos, imagine Jacitara. O caminho do sucesso é Foco, trabalhar com a sua consciência tranquila. Se você faz isso…então, tenha Deus na cabeça e no coração e a amizade.

Terminamos num longo abraço e num sentimento de gratidão mútua. Aprendi muito nesta entrevista com Jacitara sobre empreendedorismo feminino. Uma história luta e amor a Deus, a família e a empresa. Uma bela lição de vida para todos os empreendedores e para aqueles que desejam empreender. Por tudo isto e muito mais, Jacitara Nascimento é uma MULHER BRILHANTE!

Muito obrigada minha amiga. Que Deus a abençoe sempre!

Beijos de luz e até o próximo post…

5 COMENTÁRIOS

  1. Passei 15 anos vendendo bicicletas para eles, como representante de uma industria e como é bom ter notícias boas, nada novo para quem os conhece, eles sempre nos receberam com carinho e respeito. Parabéns Jacitara e Wesley, saudades.

    Roberto Fonseca – Ex-vendedor das Bicicletas Monark

  2. Eu tenho o privilégio de ter conhecido e convivido com o Sr Antônio Tota do Nascimento e a sua Esposa Irene, casal incrível, país da Jacitara, somos Amigas desde a Infância e vivemos muitas Aventuras juntamente com outros tantas(os) Amigas(os), ela sempre foi bem-humorada, brincalhona e sonhadora. Conheci o Wesley quando eles estavam iniciando o namoro, havia neles desde este momento uma cumplicidade, típicas de quem encontrou a sua Alma Gêmea. Assim eu percebi e confirmei 28 anos depois ao reencontra-los, já com a vitória do seu empreendedorismo, companheirismos e perseverança, os 3 filhos já encaminhados na Medicina e o seu crescimento pessoal, familiar e profissional a olhos vistos. Jacitara é realmente uma grande Amiga e Irmã, e além das 2 famílias que construíu com os seus familiares e amigos ao longo da vida, ela também formou 2 outras grandes Famílias; uma com seu Esposo e Filhos e a Segunda Família com as “Casas KM” juntamente com Wesley, seus Irmãos, Funcionários e colaboradores, que fazem parte de um mesmo núcleo Familiar e Profissional, pois caminham juntas rumo ao Sucesso. Parabéns Jacitara por todas as lágrimas derramadas, por todas as noites de sono, por trabalhar incessantemente e por formar tão bem estas Famílias! Tudo que você conquistou é fruto de muita luta; trabalho, planejamento; trabalho, perseverança; trabalho, trabalho, trabalho e muita honestidade. “Você é gente que faz!”. Sou muito Feliz por tudo que vocês construíram e ainda mais por fazer parte da sua Estória como sua Amiga e Conterrânea. Você é um Orgulho para todos nós Tabirenses e Pernambucanos. Jesus continue Abençoando a sua vida e todos os seu Projetos. Amo vocês!!! Bjs

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